Cantigas

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A Arte de agradecer e abraçar: obrigado, Bélgica!

                                                                 Foto: Julian Deckers

A Arte vive de símbolos.
Eu vivo de cantar, de fazer com a canção o que queremos, como humanos, fazer na vida.
Eu sou um cantante.
A Bélgica recebeu a mim - Carlos Barros - e aos meus companheiros da Banda do Céu de braços abertos: Cristina Rosal e sua equipe de amigos e produtores queridos fizeram com que o público belga pudesse estar presente nesta festa brasileira com sotaque do lugar...
Marlon Marcos: irmão de fé e de causas: sua presença equilibrou meu coração instável por natureza...
A Bahia da magia, dos feitiços e da fé pôde ser cantada com o toque carioca de minha alma encantada com a luminosidade de tardes horas da noite europeia.
Seis shows, seis momentos bastante distintos, quatro noites lotadas, duas noites iniciais com casa cheia e muito amor no coração.
Nossa invasão foi de alto astral...
De cá, de mim, somente agradeço...
Oyá que vem de longe e que nos levou por sobre os ares de terras e mares - navegar é preciso, viver...
Oxalá, Odé, Oxum, Xangô!
Odalice do Carmo: sua Benção!
Ogum!
Nossa Senhora!
Jesus Cristo, que disseste aos seus seguidores - levai a paz!
Meus queridos da Banda do Céu:
como seria sem Alex Medrado, João Carlos Campos, Marcus Lima e Pedro Ivo Araújo?
Meu canto seria mais solitário.
Obrigado, rapazes!
E eu, aqui, sob a chuva da Bahia (em sonho, nas noites de pouco sono em Bruxelas).
Sem muito mais, e com muito ainda a dizer:
eu canto!
Obrigado, Bruxelas!
Obrigado, Brasil!
Obrigado, Rio de Janeiro!
Obrigado, Bahia!


Um comentário:

Anônimo disse...

Gostei de ler o que escreveste... ainda que com um Oceano pelo meio.
Beijos e saudades,
Ana

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